PONTOS TURÍSTICOS EM TORRES

De acordo com os estudos de Ruy Ruben Ruschel, o descobrimento do litoral torrense é atrubuído à expedição náutica de 1514 comandada por João de Lisboa e teriam denominado de Ilha da Baya.

Igreja São Domingos

A Igreja de São Domingos foi a primeira igreja a ser construída no trecho entre Laguna e Osório. Em 1815 o povoado possuía cerca de 400 almas, espalhadas em uma grande área de terra que se estendia do rio Mampituba a Arroio do Sal. O atendimento religioso desta população dependia da paróquia de Nossa Senhora da Conceição do Arroio (hoje Osório), a quase 100 km de distância.

O prédio e sua decoração interna têm um estilo eclético, com alguns traços neoclássicos e mesmo neogóticos, predominando porém elementos do barroco colonial tardio, muito simplificado. Suas linhas externas são um tanto rudes, mas têm certa graça. A fachada apresenta um pequeno adro com escadaria de poucos degraus, conduzindo à porta única central de arco abatido, ladeada de dois arcos cegos redondos emoldurando cruzes em relevo. No nível superior, três janelas também de arco abatido encimadas de um frontão de empenas curvas com um óculo redondo ao centro, pináculos prismáticos simples e uma cruzeta.

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Lagoa do Violão

Localizada no centro da cidade e tem esse nome por seu formato original assemelha-se a um violão. O local é aproveitado para a realização de esportes aquáticos.

Crédito das fotos: Neuza Luz

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Praia Molhes

Praia de grande extensão, é um dos recantos da cidade. Costuma receber um bom número de turistas todos os anos, mas é no verão que essa praia fica repleta de visitantes. A maior parte dos que frequentam o lugar são jovens, que aproveitam para pegar algumas ondas e jogar futebol na areia. Conta com uma espaçosa faixa de areia dourada e grossa, o mar possui boas ondas e águas limpas. É ideal para o banho e para o surf. A pesca também costuma ser praticada na região por algums moradores. Com boa infraestrutura turística, em sua orla existem diversos prédios, além de bares e restaurantes. É uma boa opção para um agradável dia na praia.

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Praia da Guarita

É um dos balneários que compõem os 23 quilômetros de orla marítima de Torres, município que faz divisa com Santa Catarina e que tem como vias de acesso a BR-101 (para quem vem do norte ou do sul) e a RS-389, a Estrada do Mar (para quem vem do sul). Comparando-se distâncias deste balneário com as capitais mais próximas e tomando-se como ponto de partida o centro de Torres, a distância é de 197 quilômetros de Porto Alegre e 280 quilômetros de Florianópolis. A praia da Guarita se localiza entre falésias (as torres, que dão nome à cidade), tendo ao norte o Morro das Furnas e ao sul o Morro da Guarita, com um pináculo isolado ao centro. Integra a área de proteção ambiental do Parque da Guarita.

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Ilha dos Lobos

A Ilha dos Lobos tem formação de origem vulcânica, provavelmente a mesma das Torres. Localiza-se a cerca de 1.800 metros da preamar e é uma Unidade de Conservação, qualificada como Refúgio da Vida Silvestre e mantida sob a responsabilidade da unidade de Torres do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Na Ilha é proibida qualquer atividade de pesca, desembarque ou prática esportiva, como o surf. O local é habitado por lobos e leões marinhos que o utilizam como descanso em suas rotas migratórias, bem como aves de várias espécies, inclusive oceânicas, além de corais e mariscos.

A Ilha dos Lobos serve também como atrativo turístico dos barcos de turismo que circulam ao seu redor. Em 1963, num fato histórico da marinha mercante do Brasil, o navio "Avai" ali naufragou, partindo-se ao meio, depois de bater nos rochedos. Não houve vítimas fatais, apenas danos materiais no acidente.

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Baleias

No período de agosto a novembro é comum as baleias francas passarem pelo Rio Grande do Sul. São baleias que procuram águas mais quentes para procriar e ter filhotes. Os animais desta espécie não andam em grupo como os outros. As baleias-francas estão sempre sozinhas ou acompanhadas dos filhotes. E também não se alimentam no tempo que ficam em águas brasileiras, apenas amamentam os filhotes.

Em Torres, as baleias francas podem ser observadas de diversos locais, mas o Morro do Farol, um dos pontos turísticos mais visitados, é um observatório perfeito. Entre os três morros à beira-mar, é o único que tem acesso de carro, sendo o local preferido de moradores e turistas para observar a imensidão do mar.

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Rio Mampituba

Rio que faz divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina. O nome Mampituba é de origem tupi e significa "rio de muitas curvas"

Passeios de barco, visualização dos municípios de Torres e Passo de Torres, manguezais, vegetação nativa, pássaros, destacando as curvas acentuadas do rio, em seu caminho natural.
Sua foz foi fixada pelos molhes, o que facilita a saída dos barcos pesqueiros.

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Itapeva

Praia da Itapeva: tem 6.000 metros de extensão e localiza-se após o Parque da itapeva. Tem esse nome devido ao Morro da Itapeva que em tupi guarani significa "pedra chata".

Roteiro no Morro da Itapeva - Inclui visita ao Camping Itapeva. Áreas de Mata Atlântica. Trilhas naturais pela vegetação nativa, dunas e lagoa. O morro se estende da lagoa até o mar.

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Dunas

As dunas costeiras formaram-se durante os últimos 5000 anos pela interação entre o mar, o vento, a areia e a vegetação. As correntes marítimas litorâneas transportam grandes quantidades de areia. Parte destes grãos são depositados nas praias pelas marés altas. A areia acumulada é transportada pelos ventos dominantes para áreas mais elevadas da praia.

Esse complexo ecossistema estende-se por 600 Km no litoral gaúcho, desde o arroio Chuí, ao sul, até o rio Mampituba, ao norte, formando o maior sistema de praias arenosas do mundo. As dunas servem de barreira natural à invasão da água do mar e da areia em áreas interiores e balneários. Também protegem o lençol de água doce evitando a entrada de água do mar.

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Praça João Neves da Fontoura

Tradicionalmente conhecida como Praça dos Cavalos ou Quatro Praças, recebe o nome deilustre personalidade brasileira. Em 1996, uma proprietária de apartamento em torno da praça procurou outros proprietários para revitalizá-la, ou seja, basicamente substituir casuarinas por árvores frondosas, flores e bancos que melhor acolhessem os usuários. Em 2000 foi adotada pela ASSOCIAÇÃO DOS CONDÔMINOS DA PRAÇA JOÃO NEVES DA FONTOURA, desde então empenhada em manter o local atraente, como mais um cartão postal de Torres.